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Textos com Etiquetas ‘twitter’

Bradesco de olho no Twitter, isso é presença.

5, agosto, 2010 Sem comentários

O Bradesco está com a “macaca” mesmo, é o único banco que eu mantenho conta, todo os outros parei de trabalhar pois as taxas são abusivas, o banco Real era decente até o Santander comprar, depois disso virou um mercado de taxas.

Bom, eu estava tentando pagar as minhas contas, como sempre faço, pela internet, mas o internet banking não está abrindo, não sei o motivo, mas verifiquei tudo o que era possível e nada.

Resolvi postar no Twitter o meu desabafo: “Bradesco lixo, banco lixo”.

Após alguns minutos vi meu echofron piscando lá com uma mensagem, mas não me liguei, então fui lá ver em “mentions” (to aprendendo a usar esse negócio), e vi q tinha uma mensagem do Alô Bradesco, vejam só: “@netrunner2099 Bom dia! O que houve em relação ao Banco? Podemos ajudar?”.

Vejam só, o Bradesco está de olho no twitter pra ver o povo sentando a boca.

Então, agora só vou usar o twitter pra reclamar, pois os telefones de SAC e etc, só tem máquina atendendo.

Parabéns Bradesco !!!

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Google atrai mais vírus do que outros buscadores, diz pesquisa.

29, julho, 2010 Sem comentários

Segundo a Barracuda, líder do setor apresenta 69% de seus resultados com algum tipo de código malicioso. Yahoo vem em segundo, seguido do Bing.

Uma pesquisa feita pela empresa de segurança Barracuda Networks sobre as segurança dos buscadores na internet demonstrou que o Google, líder deste mercado, é o mais utilizado para a distribuição de códigos maliciosos. Ou seja, quanto mais acessado, mais um site de pesquisas é usado para ataques de crackers.

O estudo focou no rastreamento dos resultados oferecidos por Google, Yahoo, Bing e Twitter para 25 mil termos populares, com análises de páginas em busca de malwares. E 69% dos resultados do Google traziam algum tipo de código escondido, contra 18% do Yahoo, 12% do Bing e 1% do Twitter.

Em resposta à pesquisa, o Google afirmou que vem trabalhando arduamente para identificar sites com malwares ou que tragam armadilhas que venham a prejudicar a qualidade de seus produtos de qualquer outra forma.  A empresa afirma ainda que, assim que são detectados, tais ameaças são imediatamente apagadas das listas de busca.

Fonte: IDG Now

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Apagão atingiu dez estados.

11, novembro, 2009 Sem comentários

Na terça-feira, 10, pelo menos dez estados tiveram o abastecimento de energia elétrica interrompido por volta das 22h15 (horário de Brasília): São Paulo, Rio Grande do Sul, Minas Gerais, Espírito Santo, Paraná, Mato Grosso do Sul, Goiás, Pernambuco e Bahia foram afetadas. O Paraguai também foi atingido.

Segundo informações da assessoria de imprensa da AES Sul o apagão deixou 70 mil moradores do Rio Grande do Sul, a maioria em São Leopoldo e Sapucaia.

O apagão foi causado pelo desligamento completo da usina hidrelétrica de Itaipu.

“Não se sabe exatamente a causa, mas imagina-se que questões atmosféricas, tempestade de grande intensidade, possam ter contribuído ou determinado o desligamento das linhas de (trasmissão) de Itaipu”, afirmou o ministro das Minas e Energia, Edison Lobão, a jornalistas em Brasília.

Itaipu fornece cerca de 20% da energia ao Brasil e mais de 90% ao Paraguai, onde foi registrado um corte no fornecimento de energia que durou cerca de 15 minutos.

A Usina de Itaipu voltou a operar em condições de normalidade às 6h desta quarta-feira, segundo informação publicadca pela empresa por meio do Twitter (@usina_itaipu) e do site oficial da usina.

Nos Trending Topics
O evento, sob a hashtag Itaipu, foi um dos assuntos mais comentados no Twitter, na noite da quarta-feira permanecendo no Trendig Topics por cerca de duas horas.

No Brasil, segundo a ferramenta Blablabra, todos os dez tópicos mais comentados estavam relacionados ao apagão.

Telefonia e internet
Sites de notícias do sudeste do país, especialmente do Rio de Janeiro, estiveram indisponíveis para os internautas.

A telefonia também foi afetada, segundo informações da Zero Hora causando dificuldade para fazer chamadas de seus celulares ou enviar mensagens de texto foram as áreas afetadas. Em alguns locais, os celulares ficaram completamente sem sinal.

A operadora TIM declarou que sua área técnica identificou congestionamento na rede porque muitas pessoas tentaram ligar ao mesmo tempo para saber informações exatamente sobre o apagão. Além disso, algumas antenas tiveram problemas no gerador.

Hackers
O ministro das Minas e Energia, Edison Lobão, negou que o apagão que atingiu parte do Brasil e o Paraguai tenha sido causado por um hacker.

A hipótese foi levantada porque no domingo, 08, o programa 60 Minutes, da rede norte-americana CBS exibiu uma reportagem dizendo que dois apagões nos últimos quatro anos no Brasil foram causados por hackers.

Fonte: Site Baguete

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Brasileiro usa rede social para reclamar

10, novembro, 2009 2 comentários

Reclamar sobre produtos ou serviços é rotina para 27% dos usuários brasileiros do Twitter. O dado faz parte de um estudo da E-Life realizado em parceria com a Press Porter Novelli voltado a investigar de que forma as mídias sociais estão sendo usadas pelos brasileiros.

Entre as redes que receberam o maior número de cadastros novos nos últimos três meses, destacam-se o Twitter, com 43,6%, seguido do Facebook, 10%, e do Linkedln, 4,3%. Já o Orkut, que reúne o maior número de usuários pesquisados, 89,6%, mostra-se estagnado em atração de novos usuários nesse período.

O Twitter é o segundo colocado em número de cadastrados identificados no estudo, com 80,1%. Em terceiro, vem o YouTube, depois os blogs e o Facebook. Além disso, 65,5% dos entrevistados têm blog ativo.

Sobre o uso da internet no cotidiano, foi constatado que os internautas permanecem até 41 horas semanais navegando na internet. Cerca de 63% dos twiteiros e 44,7% dos blogueiros ficam mais de 41h por semana online. Já 28,8% dos orkuteiros ficam online menos de 16h por semana.

Foram entrevistados internautas de todas as capitais brasileiras, apesar da maior concentração estar entre São Paulo, Rio de Janeiro e Belo Horizonte, reflexo também da penetração de internet no Brasil. A média de idade dos entrevistados é de 28 anos e a maioria tem alta renda familiar, trabalha, estuda e tem nível de escolaridade superior completo. Em torno de 63% dos participantes do estudo são homens e, por volta de 36% são mulheres.

A pesquisa procurou descobrir também os diferentes usos de cada mídia social pelos internautas. Os principais motivos que levam os usuários a acessar essas ferramentas e as torna as mais usadas na rede são: manter-se atualizado (Twitter), manter-se próximo à sua rede social (Orkut), busca por passatempo e informações sobre lazer e entretenimento (YouTube) e divulgar o próprio conteúdo e busca de informações e notícias (blogs).

Fonte: Site Baguete

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Usando a “sopa de letrinhas” da Web 2.0 para gerar inteligência na empresa.

29, outubro, 2009 Sem comentários

Os processos de tomada de decisões e as iniciativas de geração de inteligência talvez nunca tenham tido tanto aparato de ferramentas de comunicação e informação como hoje. Os ferramentais denominados Web 2.0 estão possibilitando a formação de redes informais nas empresas que colaboram ativamente para a disseminação de conhecimento.

Imagine uma sexta feira, chuvosa, final de expediente, de um analista de Inteligência Competitiva (IC) de uma grande empresa. Imaginaram? Ele está terminando um importante relatório com análises complexas, que será usado pelo Presidente, na reunião do final de semana, com os Diretores para fazer o Planejamento Estratégico. Quanta responsabilidade.

No entanto ele está tranqüilo, pois conhece bem técnicas analíticas e tem anos de empresa. Mas, num determinado momento, ele percebe que não está conseguindo finalizar seu trabalho porque precisa de conhecimentos tão específicos sobre o negócio da empresa, e não os detêm. O que fazer? São 20hrs! Não se desesperem meus amigos, pois este analista e seus pares na área contam com uma rede social empresarial web, composta de especialistas de diversas áreas e geograficamente dispersos que os auxiliam na complementação de suas análises. É o conceito de ferramentas de web 2.0, que conectam os analistas aos especialistas e com isso mantém a qualidade necessária nos relatórios de inteligência. Voilá! A análise está pronta, com qualidade e em tempo.

Neste cenário, podemos afirmar que um dos maiores desafios das áreas de inteligência é desenvolver e manter uma rede de profissionais, internos e externos, que possam auxiliar os analistas com conhecimentos e informações sobre a evolução do mercado competitivo e sobre a indústria. Para tal é necessário criar e manter estas redes de origem humana, baseada em melhores práticas, que trabalha desde o fornecimento de informações primárias até o fornecimento de parecer e comentários sobre os temas que estão sendo analisados de maneira integrada e com apoio de tecnologias de geração de inteligência.

O uso dos conceitos de redes sociais e aplicações Web 2.0 fornece aos profissionais de inteligência competitiva uma riqueza de novas ferramentas que podem facilitar o desenvolvimento de redes de origem humana, tanto dentro como fora da empresa. Como a maioria das novas tecnologias, estas aplicações de redes sociais ainda estão evoluindo e não são familiares. Muitas empresas ainda não entenderam como podem obter benefícios com estas ferramentas e outras tantas ainda estão tentando medir seu valor.

O Twitter, por exemplo, é um microblog que permite aos usuários enviar e ler as atualizações dos outros usuários, ou “tweets”, baseados em mensagens de texto de até 140 caracteres. É uma ferramenta poderosa de troca de informações e formação de redes que permite inclusive a formação de grupos de usuários, chamados Twibes. Profissionais de IC podem formar twibes dentro de suas empresas para montar uma rede de especialistas internos e externos usando de pequenos textos para trocar informações relevantes sobre o negócio da empresa.

O Linkedin, lançado em 2003 como uma ferramenta de networking para profissionais, tem hoje cerca de 35 milhões de membros e emergiu como o mais popular site de negócios em rede. Possui vários recursos que o tornam muito útil como uma ferramenta para inteligência competitiva, incluindo o perfil, o recurso de busca avançada e os grupos. Em combinação com outras fontes de informação primária e secundária, o LinkedIn pode contribuir para a localização e comunicação com profissionais de empresas que têm os conhecimentos e competências para atender às necessidades da sua empresa de inteligência competitiva.

Os Wikis, que são ambientes de colaboração que permitem aos usuários criar páginas web, editar o trabalho um do outro, e vincular suas páginas para mostrar associações significativas. Ao contrário de outros sites estáticos, wikis permitem que os usuários editem o conteúdo e a aparência do seu conteúdo ao invés de ter um webmaster para gerenciá-lo. Mas como será que podemos usar os wikis para ajudar na inteligência? Analistas de inteligência podem usar wikis para criar e manter colaboração com outros profissionais da empresa para definir os requisitos de inteligência, partes de informações, e testes e hipóteses de análise e, finalmente debater as conclusões. Ou seja, passamos pelo ciclo completo de IC.

Uma questão importante é que estas ferramentas usadas de modo isolado e sem propósito previamente definidos, podem trazer efeito contrário. Defendemos que ambientes de interação web, de simples utilização, tendem a dar certo pelo fato de que os usuários, ou profissionais de uma empresa, passam a ter ferramental para disseminação de suas idéias, conhecimentos e insights de maneira menos controlada. Todavia, atividades relativas à inteligência exigem ao menos um mínimo de organização e processo visando geração contínua de inteligência. É uma boa prática a adoção de softwares de apoio e gestão de processos de inteligência competitiva.

Ainda assim, sabemos que não existe ferramenta que possa substituir completamente a mente humana. As redes sociais, bem como as ferramentas Web 2.0 representam um importante avanço tecnológico no campo da inteligência, pois dão mais produtividade as tarefas dos analistas e maior representatividade as análises, já que são feitas a varias mãos de conhecedores profundos dos assuntos tratados.

Apesar de sopa de letrinhas, as empresas que podem utilizar essas ferramentas para melhorar a gestão da rede de inteligência, adicionando e compartilhando as diferentes percepções sobre os temas de interesse da empresa, irão aumentar muito a produtividade e qualidade das analises. Afinal, a união faz a força e o todo é  mais completo que a parte.

Fonte: Site Baguete

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