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Bebê real causa aumento de ataques virtuais.

6, agosto, 2013 Sem comentários

Príncipe InglêsA rede Websense ThreatSeeker Intelligence Cloud está acompanhando campanhas virtuais maliciosas que começaram nas horas seguintes ao anúncio oficial de que a Duquesa de Cambridge estava em trabalho de parto.

A histeria da mídia depois do nascimento do bebê real acabou aumentando muito o número de pessoas acessando a notícia através da internet, criando um cenário perfeito para os hackers aproveitarem a curiosidade de todos, afirma Carl Leonard, gerente sênior de pesquisas de segurança da Websense.

Segundo ele, os autores de malwares esperaram muitos meses por essa notícia, então não é nenhuma surpresa observar essas campanhas maliciosas durante esse pico de interesse. Os tipos de malwares que aproveitam essa técnica operam em várias etapas durante o ciclo de vida de um ataque. Por esse motivo, as empresas precisam de defesas que ofereçam diversas camadas, com implementação apropriada e integração em tempo real com web, e-mail, redes sociais e acessos móveis.

As campanhas detectadas até agora usam armadilhas de e-mail, redirecionando as vítimas para URLs do Blackhole Exploit Kit ou enviam anexos maliciosos na forma de arquivos SCR do Windows na tentativa de enganar os recipientes. Esses tipos de ameaças frequentemente são lançados depois da divulgação de notícias globais ou atualidades.


A família XTM da WatchGuard conta com a proteção de URL da Websense em sua assinatura Security Bundle, além disso, seu serviço RED (Reputation Enable Defense) que é um banco de dados em nuvem que pontua URLs nocivas, ajuda o antivírus de gateway a procurar com mais rigidez ou não de acordo com o nível de periculosidade.

Todos os produtos da WatchGuard são comercializados, implantados e suportados pela Netrunner Tecnologia.

Mais informações: www.netrunner.com.br/parceiros_watchguard.aspx

Fonte: Site Risk Report

Websense divulga relatório de segurança.

5, agosto, 2013 Sem comentários

Websense & WatchGuardO Websense Security Labs revela as descobertas de pesquisa que apontam para um crescimento exponencial em tendências mundiais de ataques virtuais no último ano.

“Em um ano, o número de ataques maliciosos virtuais aumentou quase 600%”, disse Charles Renert, vice-presidente do Websense Security Labs. Segundo ele, esses ataques foram principalmente realizados em sites legítimos, e desafiam as abordagens tradicionais à segurança e confiabilidade. A natureza temporal e direcionada dessas ameaças avançadas revela uma nova classe de hackers sofisticados trabalhando para comprometer alvos cada vez mais valiosos. Técnicas de segurança pró-ativas e em tempo real, que inspecionam o ciclo completo de uma ameaça, são as únicas que podem suportar esses ataques e evitar o roubo de dados.

Aqui estão os destaques do Relatório de Ameaças 2013 da companhia, baseado em uma comparação anual das ameaças via web, e-mail, dados, redes móveis e sociais. Nele consta que toda semana, as empresas enfrentaram uma média de 1,719 ataques para cada 1.000 usuários; O número de websites maliciosos aumentou quase 600% no mundo todo; O número de sites maliciosos na América do Norte aumentou 720%, e a região EMEA registrou um aumento de 531; e 85% dos sites maliciosos estavam hospedados em empresas de hospedagem legítimas.

Principais Resultados da América Latina:

Um indicador primário da atividade global das ameaças cibernéticas é o número de links maliciosos que surgiram. No ano passado, enquanto a quantidade de links desse tipo cresceu quase 600% em todo o mundo, o crescimento na região latino-americana foi de 491%, superando amplamente muitas defesas tradicionais.

A América Latina não se encontra representada entre os dez principais países que mais hospedaram malwares em 2012, sendo a maioria de países europeus. No ranking regional, os dez principais países “vítimas” de crimes cibernéticos foram: México, Brasil, Argentina, Chile, Colombia, Perú, Costa Rica, Equador, Guatemala e Panamá respectivamente.

Brasil e México estão na lista dos dez países que mais utilizam o Twitter (nas posições 2 e 7, respectivamente), sendo esta a rede social que apresentou em 2012 maior aumento do uso de links da Web reduzidos para difundir ameaças maliciosas. E o Facebook continua dominando o mercado global das redes sociais, o que também lhe confere ser um dos principais vetores de ataques virtuais. Brasil e México estão entre os dez países do mundo que apontam maior uso de Facebook, ocupando as posições 2 e 5, respectivamente.


A Websense é líder global na proteção de organizações contra os ataques cibernéticos e furto de dados. Seus produtos estão presentes no Security Bundle da família XTM da WatchGuard, e que além de contar com o WebFiltering, possui o RED (Reputation Enable Defense), um serviço baseado em nuvem que pontua URLs de acordo com seu nível de ameaça. Permitindo assim, acessar URLs confiáveis com inspeção mais superficial, executar inspeções mais rígidas em URLs menos confiáveis e simplesmente bloquear as nocivas.

A Netrunner Tecnologia comercializa, implanta e suporta toda a família XTM da WatchGuard.

Mais informações: www.netrunner.com.br/parceiros_watchguard.aspx

Para baixar o relatório original clique aqui.

Fonte: Site Risk Report

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