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Textos com Etiquetas ‘Vivo’

Vivo vende Galaxy TAB a partir de R$ 599

19, novembro, 2010 Sem comentários

Última operadora a detalhar os planos de venda do tablet da Samsung, o Galaxy TAB, a Vivo oferece o aparelho por ofertas entre R$ 599 e R$ 2.299, dependendo do plano contratado.

O aparelho está disponível nas lojas da operadora de São Paulo e Rio de Janeiro. O tablet estará disponível no decorrer da próxima semana em todos os Estados do país.

Na contratação do Plano Vivo Você 100 com 4 Gigabytes de dados, o modelo sai por R$ 1.299.

O Galaxy Tab é compatível com a tecnologia 3G, e vem com a mais nova versão do sistema operacional Android Froyo 2.2 desenvolvido pelo Google. Ele será comercializado pela Vivo com capa protetora, fone de ouvido Bluetooth e cabo USB.

Além da Vivo, as operadoras Claro e TIM também vendem o Galaxy TAB no Brasil.

Fonte: Site Baguete

Links Relacionados

– Loja virtual da Vivo

– Hotsite do Galaxy Tab Samsung

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3G: a 33% da meta, Vivo não joga toalha

16, novembro, 2010 Sem comentários

Com 33% da meta de expansão do 3G para 2010 ainda por completar, a Vivo não abandona o objetivo de 1.410 municípios brasileiros conectados até o final deste ano. Hoje, a operadora chega a 938 cidades com a tecnologia.

Segundo o presidente da empresa, Roberto Lima, o ritmo deve ser intensificado neste último mês e meio, impulsionado pelo aporte de infraestrutura.

“Nós não jogamos a toalha na ideia de ter 1.410 porque se começa a ter mais linhas de transmissão, e mais sites (municípios) são migrados por dia”, explica o executivo.

De outubro de 2008 a junho de 2010 a operadora conectou um município por dia. Entre julho e setembro, o número subiu para dois. “Agora nós já temos mais de 400 instalações por semana, o que representa um aumento na média diária de cidades”, completa Lima.

Conforme o presidente, a falta de mão de obra qualificada no setor e a carência de chips e outros componentes necessários à indústria de telecom frearam o desempenho.

Vivo 3G para 85% da população em 2011
Até 2011, a meta nacional é chegar a 2.832 municípios (85% da população) – atualmente, as cidades brasileiras com a cobertura pela operadora representam 66% da população.

Para o mercado gaúcho, os planos são chegar, também, a 85% da população sob a cobertura 3G até dezembro do ano que vem. A meta quase triplica o número atual de cidades conectadas – 133 – levando a tecnologia a um total de 365 cidades.

O Rio Grande do Sul tem 496 municípios, segundo o IBGE.

O presidente da operadora não revelou os investimentos necessários para a ampliação, nem as projeções de número de clientes que os 85% da população podem trazer à operadora. Conforme o diretor, o investimento no Plano Vivo Internet Brasil está contemplado na previsão já anunciada de R$ 2,49 bilhões para este ano.

Segundo Lima, a preocupação é com a “função social” da tecnologia de terceira geração.

“Nós fazemos esse esforço de levar a todos uma tecnologia fundamental para a vida das pessoas. Eu sei que parece blá-blá-blá, mas ter essa visão é o que tem motivado nossos parceiros e colaboradores”, diz Lima.

A Vivo está presente em 3.636 municípios com a tecnologia GSM, quase quatro vezes a cobertura atual de 3G.

Atualmente, a empresa é a líder em market share no Brasil, com 57,7 milhões de clientes (30,1%). A companhia tem 40 mil colaboradores e 327 lojas no país. Segundo a Anatel, a empresa é precedida de Claro (25,47%), Tim (24,52%) e Oi (19,51%) em fatia de mercado.

Fonte: Site Baguete

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Banda larga móvel cresceu 17% no trimestre.

24, agosto, 2010 Sem comentários

A banda larga móvel cresceu 17% no Brasil no último trimestre, alcançando dois milhões de novos usuários e um total de 13,9 milhões de acessos.

É o que revela o “Balanço da Banda Larga”, divulgado pela fabricante de equipamentos de telecomunicações Huawei. Segundo o estudo, a estimativa para o final do ano é que existam 18 milhões de acessos de banda larga móvel no país.

De acordo com a pesquisa, a cobertura deste tipo de serviço no país já atinge 13,3% dos municípios, estando disponível para 65,2% da população.

O levantamento da Huawei, feito em parceria com a consultoria Teleco, mostra ainda que todas as capitais e cidades com mais de 500 mil habitantes já são atendidas pelas quatro maiores operadoras presentes no país.

O balanço indica também que grande parte dos dois milhões de novos acessos do último trimestre representam um crescimento de 17% em relação ao trimestre anterior, totalizando 6,9 milhões de novos usuários no 1S10.

Para efeito de comparação, a banda larga fixa teve um crescimento de 3% em relação ao segundo trimestre de 2009.

Separando o tipo de acesso na banda larga móvel, os modems 3G atingiram 3,5 milhões de acessos.

O principal uso deste serviço no Brasil ocorre via aparelhos celulares e smartphones, com 10,4 milhões de acessos.

“Um a cada cinco celulares vendidos no mundo é um smartphone, e no futuro o principal dispositivo de acesso à internet será o smartphone, não mais o PC”, afirma Eduardo Tude, presidente da Teleco.

O levantamento da Huawei ainda indica que o preço da banda larga móvel no Brasil está acima de valores praticados no resto do mundo. Um pacote de dados de 500 MB custa, em média, R$ 69,90 ao mês no país, contra uma média de R$ 54,93 no Chile, R$ 32,01 na Argentina e R$ 28,98 no México.

Já um plano de 1 GB custa, em média, R$ 84,90 no Brasil, contra R$ 72,97 na Espanha, R$ 41,82 no Reino Unido (em um plano de 3 GB de dados) e R$ 36,24 em Portugal (em um plano de 2 GB).

A pesquisa identificou também que as operadoras móveis abandonaram a venda de novos planos com cobrança por velocidade de dados. Três operadoras (Vivo, Claro e Oi) hoje trabalham com volume de dados, com pacotes que vão de 10 MB (R$ 9,90) a 10 GB/mês (R$ 199,90). Apenas a TIM vende planos de dados baseados em horas, com planos a partir de 20 horas/mês.

Fonte: Site Baguete

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Fim da novela: Telefónica compra Vivo.

28, julho, 2010 Sem comentários

A Portugal Telecom anunciou nesta quarta-feira, 28, que fechou acordo para vende para a Telefónica, por  € 5,7 bilhões, seus 50% de participação na Brasilcel, controladora da Vivo.

O acordo já foi aprovado pelo governo português, que recentemente impediu a venda para a Telefónica usando seu poder de Golden Share na PT.

Agora, a operadora portuguesa negocia a compra de uma parte da Oi. O acordo prevê aumentos de capital na Telemar Participações, na Tele Norte Leste Participações e na Telemar Norte Leste e, segundo comunicado das teles, o total pode somar R$ 12 bilhões, somando emissão de ações ordinárias e preferenciais.

Conforme comunicado da Oi à imprensa, o acordo com a PT a consolida como “líder de mercado de telecomunicações no Brasil” e “uma das maiores companhias privadas brasileiras”.

Já para a PT, a compra de participação garante a continuidade da atuação no país. Por outro lado, para a Oi é uma possibilidade de expansão global, já que a PT conta com operação em mercados diversos.

No comunicado, a Oi ressalta como focos a América Latina e a África.

Fonte: Site Baguete

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Operadoras questionam legalidade do PNBL

21, julho, 2010 Sem comentários

As empresas de telefonia cogitam recorrer à Justiça para tentar impedir a Telebrás de oferecer o serviço de internet rápida aos usuários finais, dentro do Plano Nacional de Banda Larga. A participação da estatal foi oficializada na quarta-feira, 05, pelo governo federal.

Horas após a divulgação do comunicado do governo, os presidentes da Oi, Telefônica, Embratel, GVT, Vivo, TIM, Claro e CTBC fizeram uma teleconferência para discutir a decisão do Planalto de usar a Telebrás como gestora da banda larga pública.

Segundo executivos ouvidos pela Folha, a reativação da Telebrás uniu tradicionais concorrentes, como Embratel, Oi, Telefônica e GVT, que se sentem igualmente ameaçadas pela perspectiva de terem concorrência estatal no segmento de banda larga.

Na terça-feira à noite, a Telebrás havia informado à CVM e à Bovespa que integrará o Plano Nacional de Banda Larga e que caberá a ela, entre outras tarefas, implementar a rede privativa de comunicação da administração pública federal e prestar serviço de conexão à internet em banda larga para usuários finais em localidades onde não exista oferta adequada do serviço.

As empresas foram surpreendidas pelo fato relevante divulgado pela Telebrás, informa a Folha.

Segundo os executivos, as teles contavam que seriam chamadas pelo governo para uma discussão antes do anúncio do plano, o que não ocorreu.

A possibilidade de a Telebrás atuar no varejo onde não tiver oferta adequada do serviço pela iniciativa privada cria, na visão das teles, uma possibilidade muito ampla de intervenção estatal, por ser “vaga e subjetiva”.

É legal?
A primeira reação das empresas ao anúncio do plano do governo foi contratar pareceres de advogados renomados sobre a legalidade de a Telebrás oferecer o serviço.

O entendimento delas é que a lei que criou a Telebrás não daria tal cobertura, e a estatal só poderia operar a rede de banda larga com autorização do Congresso Nacional, por meio de uma nova lei.

Para as empresas, a reativação da Telebrás como prestadora de serviço seria uma quebra nos compromissos assumidos pelo governo brasileiro por ocasião da privatização da telefonia, em 1998.

Em nota, o Sinditelebrasil (Sindicato Nacional das Empresas de Telefonia e de Serviço Móvel Celular e Pessoal) disse, ontem, que a inclusão da Telebrás no Plano Nacional de Banda Larga tem de obedecer ao arcabouço legal e que as regras definidas na Lei Geral de Telecomunicações só podem ser alteradas pelo Legislativo.

Segundo a entidade, as empresas privadas investiram R$ 180 bilhões no setor, desde a privatização.

As teles justificam o uso do recurso judicial com o argumento de que têm o dever de proteger os interesses de seus acionistas, que estariam sendo ameaçados pelo plano.

As operadoras discordam de que a Telebrás se torne a única provedora de serviço de comunicação para a administração pública direta, que gera uma receita anual de R$ 200 milhões. Para elas, o provedor deveria ser escolhido por licitação pública, tendo a Telebrás como uma das concorrentes.

Fonte: Site Baguete

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