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Atrair e reter talentos é vital para as organizações de TI

25, agosto, 2010 Sem comentários

Duas das tarefas mais importantes que um gerente tem que exercer bem em sua carreira são recrutar e demitir pessoas. Para contratar, deve saber do que a empresa precisará no futuro, pois não há treinamento que corrija contratação com perfil inadequado. E, para demitir, temos que nos lembrar de que todo mundo é bom em alguma coisa. Se alguém não foi bom em uma empresa/função, não significa que não pode ser ótimo em outra empresa/função.

As organizações de TI eficazes focam em quatro áreas-chave da gestão de pessoas: recrutamento, retenção, recompensas e reconhecimento. Na pesquisa anual do Gartner sobre agenda dos CIOs de 2009, apenas 56% dos CIOs disseram acreditar que têm as pessoas certas e com perfis necessários para atingir os seus objetivos.

Os 4Rs são a base da estratégia da organização de talentos:

.  Recrutamento é o processo de sourcing, triagem, seleção e recepção adequado das pessoas para atuar em uma organização.

. Retenção centra-se na construção de uma relação de trabalho gratificante, cativante e de satisfação individual para os empregados.

. Recompensas são dadas aos empregados (por exemplo, na forma de salário-base, incentivos e benefícios) de maneira compatível com o valor e as contribuições que eles trazem para a empresa.

.  Reconhecimento complementa e intensifica a eficácia das recompensas por reconhecer a importância das pessoas para o sucesso do negócio.

As práticas de recrutamento e retenção convencionais focam no uso de recompensas monetárias (como salário, incentivos, ações e benefícios), mas elas têm se provado insuficientes para enfrentar a evolução das necessidades dos empregados de TI. Eles querem trabalhar para uma organização que cuide de suas necessidades pessoais e profissionais e que lhes ofereça escolhas e apoio para satisfazer suas necessidades dentro e fora do local de trabalho.

As organizações de TI com foco estratégico investem tempo construindo um banco de pontos fortes, identificando o potencial de seus empregados.  Elas alinham empregados com as necessidades organizacionais de longo prazo e os prepara através da utilização de mentores, coaching, funções para desenvolvimento, mobilidade de carreira e treinamento.

Ao desenvolver o portfólio de treinamento de TI, leve em consideração a demografia de sua equipe e os tipos de programas de treinamento e métodos de aprendizado que cada um prefere. Empregados Geração Y preferem aprendizado baseado em computador ou jogos de simulação. Empregados Geração X preferem desenvolvimento de liderança formal e cursos de certificação técnica. Baby boomers preferem treinamento presencial realizado em uma sala de aula.

O RH não tem a responsabilidade de atrair, recompensar, reconhecer e manter a força de trabalho; líderes de TI, sim. Os líderes de TI precisam fazer parcerias com o RH na concepção, implementação e integração dos quatro R’s que trarão valor para a organização.

O uso de uma abordagem de recompensa total pode ajudar CIOs e líderes de RH a adaptar as práticas de recompensa à evolução das necessidades de TI e, nesse cenário, uma força de trabalho diversificada é essencial.

*Ione de Almeida Coco é vice-presidente regional Latin America – Gartner CIO
Executive Programs

Fonte: Decision Report

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Três entre cinco CIOs pretendem adotar cloud computing.

29, julho, 2010 Sem comentários

Mesmo com o interesse das organizações, elas têm optado por cautela, ao migrar apenas projetos-piloto e aplicações não críticas para a nuvem.

A partir da entrevista com 140 executivos responsáveis pela tomada de decisão de TI nas empresas, a consultoria TPI detectou que quatro em cada cinco CIOs estuda soluções em cloud computing (computação em nuvem). Além disso, três em cada cinco profissionais pretendem realmente implementá-las.

“As organizações que estão migrando alguns serviços de TI para a nuvem têm feito isso com projetos-piloto ou com soluções de baixo risco”, declarou o responsável pela unidade de negócios de cloud computing da TPI, Kevin Smilie. “Elas não estão convencidas de que os serviços de nuvem estão prontos para atender às exigências  das operações mais nobres”, acrescenta.

Embora quase metade dos pesquisados considere virtualizar servidores e desktops, serviços de armazenamento baseados em nuvem e hospedagem de e-mails e aplicativos de mensagens, eles estão sendo mais cautelosos sobre o movimento de sistemas core business nessa plataforrma: apenas 10% estavam contemplando a nuvem de ERP; e apenas 7% estavam discutindo implementar aplicações verticais da indústria baseadas na nuvem, como softwares médicos de faturamento e sistema de reservas das companhias aéreas, de acordo com o TPI.

“Esses serviços são demasiadamente importantes para os clientes para que o mercado insira-os tão cedo no cloud computing”, disse Smilie.

As principais preocupações das empresas com a nuvem

A pesquisa da TPI considerou que os compradores de TI tiveram cinco preocupações a respeito do cloud computing:

– 79% preocupam-se com a segurança dos dados, achando-a inadequada;

– 50% preocupam-se com os requisitos de regulamentação;

– 50% preocupam-se com a continuidade dos negócios ou questões de recuperação em caso de crash;

– 49% preocupam-se com a integração dos sistemas.

Já o punhado de pioneiros que utilizou as ofertas de cloud computing no ERP, implementando até mesmo aplicações verticais na nuvem tem feito isso por uma razão, segundo Smilie: redução de custos. “As empresas têm gasto enormes quantidades de capital e fundos operacionais na implantação e manutenção desses sistemas ao longo dos anos. Dada a escolha, eles não querem continuar com esse comportamento.

Smilie comenta que a maioria dos clientes optará por serviços de nuvem privada para aplicativos de missão crítica, para atenuar os riscos, enquanto elas deslocarão seus investimentos em software de capital para despesas operacionais. “Os clientes querem serviços em nuvem que atendam suas necessidades de negócios a custos mais baixos, com os níveis de serviço de classe empresarial e de segurança. E, geralmente, eles não estão no espaço de nuvens públicas”, afirmou Smilie.

“Os prestadores de serviços de TI estão respondendo com ofertas de cloud privado destinadas a atender às demandas de segurança dos compradores de Tecnologia”, declarou Smilie. “O conceito de cloud público iniciado para o consumidor trabalha com a proposta de que todos aceitam o mesmo nível de serviço e segurança. Essa opção simplesmente não existe para as grandes empresas”.

Fonte: Computer World

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