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Arquivo de outubro, 2009

Windows 7, incompatibilidade com o Oracle

31, outubro, 2009 Sem comentários

Estou instalando o Windows 7, o problema é que o meu note tem coisa pra caramba instalada, já instalei as ferrramentas para o SQL 2005, o Office, mas quando fui instalar o Oracle Client, recebi um erro dizendo que essa versão do Windows não está certificado para rodar o Oracle Client, ele pede as versões 5.0, 5.1 e 6.0.

Procurei em alguns fóruns, e encontrei a solução.

No disco de instalação procure a seguinte pasta:

Disk1\stage\prereq\client

Nela há um arquivo chamado refhost.xml, abra-o com com o Bloco de notas, ele é no formato XML, há uma chave chamada <CERTIFIED_SYSTEM>, copie a sub-chave do Windows Vista, cole abaixo, e troque o valor 6.0 por 6.1 e pronto, feche o instalador do Oracle, caso esteja aberto, e faça a instalação do jeito que quiser.

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Windows 7, surpresa !!!

30, outubro, 2009 Sem comentários

Caramba, o Windows 7 terminou a instalação, o meu note é um Compaq CQ50-113BR, por incrível que pareça, não precisei instalar nenhum, mas nenhum driver. Realmente estou abismado, como já ouvi falar, esse Windows nem parece que foi feito pela Microsoft.

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Windows 7 parte II, a missão.

30, outubro, 2009 Sem comentários

Bom, ontem tentei sem sucesso instalar o Windows 7, mas tive problemas com o pacote de idiomas, portanto, nem vou tentar fazer o upgrade, vou fazer uma instalação do zero mesmo, acredito que seja bem melhor.

Hoje eu trabalhei normalmente com o meu HD novo de 250GB, não tive nenhum problema a não ser uns pauzinhos no Windows Explorer, mas senti até a performance melhorar.

Voltei o disco de 160GB, e pelo prompt do DOS utilizei o DISKPART pra matar os volumes, inclusive aquela porcaria de recuperação da Compaq, cheia de softwares inúteis para o meu dia a dia.

Bom, a instalação está rolando, vamos ver no que dá.

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Windows 7, vamos testar ????

29, outubro, 2009 Sem comentários

Resolvi testar o Windows 7, eu não sou muito fã de sair solando com um novo windows, ainda mais logo após seu lançamento, mas resolvi por a prova o novo sistema pra Desktop da Microsoft, afinal, só tenho lido coisas boas a respeito.

Então, vou fazer de duas formas:

– Upgrade do meu windows Vista Ultimate

– Instalação Limpa do Windows 7.

Parar isso, passei na minha loja preferida de hardware, onde os preços são excelentes e os produtos tb, e comprei um HD SATA de 250GB da WD para note.

Fiz um complete PC do meu note no meu HD externo, troquei os discos, e mandei restaurar no novo disco, e não é que funcionou o complete PC…. até aqui a MS está de parabéns….

Mas quando iniciei o processo de upgrade, qual não é o problema, o DVD que estou usando é Inglês, e meu Vista é Português, ôÔÔÔÔ idioma idiota esse viu, tenho saudade do tempo que tudo em informática era em inglês.

Amanhã tento de novo, até breve.

Fábrica de Software e Tecnologia de ponta: resultados garantidos

29, outubro, 2009 Sem comentários

O termo fábrica de software pode nos levar, a princípio, a uma distorção sobre a compreensão de seu processo de produção de softwares. Afinal de contas, o termo “fábrica” nos remete a um ambiente de produção em série, com alta produtividade e amplamente difundido em diversos setores da economia.

A distorção está, justamente, quando imaginamos o processo de produção de software como algo que pode ser realizado em série, o que não é, de fato. O desenvolvimento de software passa por diversas etapas, desde o planejamento, arquitetura, construção e qualidade, até chegarmos ao processo de homologação onde o cliente realizará o “test-drive” do software. E é justamente a necessidade dos clientes, que por mais que sejam similares, não são exatamente as mesmas que acabam tornando o software distinto de outros já produzidos.

O grande desafio é produzir software atendendo às necessidades do cliente sob aspectos funcionais e de qualidade, cumprindo prazos cada vez menores e torná-lo viável aos investimentos dos clientes. A resposta para o desafio vai muito além, mas envolve também, o que fazer e o provável caminho para a evolução deste segmento, que é uma abordagem de gestão flexível considerando as diversas características de cada projeto e cliente, suportados pelos pilares incondicionais para uma empresa que desenvolve software que são os processos, a tecnologia e pessoas.

A abordagem gerencial flexível envolve o atendimento diferenciado aos projetos e clientes de cada segmento de mercado, proporcionando relação de parceria com clientes. Esta abordagem tem como objetivo garantir a satisfação do investidor sob todos os aspectos operacionais e diminuir a sensação de investimento em algo não palpável. Afinal de contas, durante o processo de construção do software para os que não participam do processo de produção, somos simplesmente sinônimos de investimento, documentos, reuniões e cronogramas. 

O processo de desenvolvimento claro e definido para todos os colaboradores, mantém a evolução das etapas de construção nos eixos e por meio de  controle por parte da empresa, maximizando o investimento do cliente e traduzindo os esforços em resultados práticos. O processo deve ter como característica mecanismos de melhorias contínuas, aperfeiçoando rotinas a cada novo software produzido
.
A tecnologia tem a sua contribuição através da arquitetura inteligente, que possibilita a construção modular de aplicativos e organização de forma que novos softwares possam “utilizar novamente” as funcionalidades já desenvolvidas diminuindo prazos, custos e o risco do ineditismo na construção do software, cito o ineditismo como risco, pois os mercados e tecnologias são dinâmicos e provavelmente pouquíssimos clientes se aventurarão em um investimento que utilize algo totalmente inédito, a não ser que isto seja indispensável.

E por fim, as pessoas responsáveis por movimentar as engrenagens dos processos são ativo mais valioso de toda a empresa que atua neste segmento. Profissionais capazes e motivados fazem a diferença neste complexo processo produtivo. Além disso, o custo operacional em mão de obra especializada é facilmente justificável por meio dos resultados obtidos.

Portanto, quem imagina uma “fábrica” no sentido da palavra, pode perceber que o processo é bem diferente do que o imaginado. Mas qualquer empresa que pretende aventurar-se neste complexo, mas promissor mercado, deve se preparar não para produzir em série, mas para garantir aos clientes que o dinheiro investido será aplicado em tecnologia de ponta, com ambiente operacional controlado através de processos e que os resultados e a satisfação sejam garantidos.

Fonte: Site Baguete

Computação em Nuvem já é Realidade.

29, outubro, 2009 Sem comentários

A receita mundial dos serviços de computação em nuvem (também chamado de cloud computing) deve ultrapassar US$ 56 bilhões ao longo deste ano, um crescimento de 21% em comparação a 2008, de acordo com o Gartner. Processos de negócios entregues como serviços ‘cloud ‘representam o maior segmento do mercado, chegando a 83% do faturamento total de 2008.

A computação em nuvem é considerada uma evolução natural da Internet, e não exatamente uma nova tecnologia ou tendência. Com ela, as informações não ficam presas aos seus servidores físicos, o que traz mais agilidade e transparência aos serviços oferecidos pela Internet. Muitas empresas já estão utilizando aplicações de computação em nuvem nos sistemas internos para se tornarem ainda mais competitivas.

Uma das principais vantagens da computação em nuvem é que os serviços ou produtos podem ser movimentados para outros pontos da rede, de modo a evitar interferências ou interrupções do serviço.

Além disso, as empresas ganham versatilidade e praticidade, pois os serviços são obtidos de maneira mais fácil e mais transparente. Para o usuário final, a computação em nuvem acaba com a necessidade de compra de softwares, pois o consumidor pode “alugá-los”, pagando apenas pelo uso do que foi feito.

A segurança é outra tecnologia que caminha em paralelo. Há alguns anos as empresas trabalham na evolução da segurança das aplicações em nuvem.

Outra forte tendência de substituição dos tradicionais Data Centers pela computação em nuvem é a questão do custo de manutenção e gasto de energia. Segundo um estudo realizado por pesquisadores das universidades Berkeley e Stanford, financiado por Microsoft e Intel, o custo de eletricidade (incluindo refrigeração, alimentação de reserva e distribuição de energia) representa 50% do custo anual da manutenção de um Data Center.

Um dos desafios mais importantes para a total implementação da computação em nuvem é a criação de uma plataforma de referência de TI que permita que todos os componentes tecnológicos operem na nuvem.

Já existem no mercado algumas soluções que possibilitam a computação em nuvem, como servidores que utilizam o processador da Intel Nehalem EP, também chamado de Xeon 5500. Este processador tem a capacidade de rodar aplicativos em hardware otimizados para melhor performance. Além disso, oferecem ótima eficiência no consumo de energia para a redução dos custos com eletricidade.

Outro exemplo é a tecnologia vPro da intel por exemplo, que já acompanha essa tendência permitindo o gerenciamento remoto de desktops e notebooks com segurança, abrindo novos horizontes para os prestadores de serviços, diminuindo a necessidade de manutenção local e até mesmo, agendamento de forma pro ativa de manutenções remotas ou locais, quando não for possível resolver remotamente.

A computação em nuvem é uma tendência que veio para ficar e que vai trazer diversas vantagens para usuários e empresas, gerando oportunidades de novos negócios. Os Data Centers estão se tornando cada vez mais poderosos e com custos menores, o que leva a um crescimento do poder computacional e ao mesmo tempo preserva o ambiente, utilizando-se tecnologias mais eficientes, mas para isso as empreas devem investir considerando as tecnologias corretas para essa realidade, de forma a usufruir de todos os benefícios oferecidos.

Fonte: Site Baguete

Usando a “sopa de letrinhas” da Web 2.0 para gerar inteligência na empresa.

29, outubro, 2009 Sem comentários

Os processos de tomada de decisões e as iniciativas de geração de inteligência talvez nunca tenham tido tanto aparato de ferramentas de comunicação e informação como hoje. Os ferramentais denominados Web 2.0 estão possibilitando a formação de redes informais nas empresas que colaboram ativamente para a disseminação de conhecimento.

Imagine uma sexta feira, chuvosa, final de expediente, de um analista de Inteligência Competitiva (IC) de uma grande empresa. Imaginaram? Ele está terminando um importante relatório com análises complexas, que será usado pelo Presidente, na reunião do final de semana, com os Diretores para fazer o Planejamento Estratégico. Quanta responsabilidade.

No entanto ele está tranqüilo, pois conhece bem técnicas analíticas e tem anos de empresa. Mas, num determinado momento, ele percebe que não está conseguindo finalizar seu trabalho porque precisa de conhecimentos tão específicos sobre o negócio da empresa, e não os detêm. O que fazer? São 20hrs! Não se desesperem meus amigos, pois este analista e seus pares na área contam com uma rede social empresarial web, composta de especialistas de diversas áreas e geograficamente dispersos que os auxiliam na complementação de suas análises. É o conceito de ferramentas de web 2.0, que conectam os analistas aos especialistas e com isso mantém a qualidade necessária nos relatórios de inteligência. Voilá! A análise está pronta, com qualidade e em tempo.

Neste cenário, podemos afirmar que um dos maiores desafios das áreas de inteligência é desenvolver e manter uma rede de profissionais, internos e externos, que possam auxiliar os analistas com conhecimentos e informações sobre a evolução do mercado competitivo e sobre a indústria. Para tal é necessário criar e manter estas redes de origem humana, baseada em melhores práticas, que trabalha desde o fornecimento de informações primárias até o fornecimento de parecer e comentários sobre os temas que estão sendo analisados de maneira integrada e com apoio de tecnologias de geração de inteligência.

O uso dos conceitos de redes sociais e aplicações Web 2.0 fornece aos profissionais de inteligência competitiva uma riqueza de novas ferramentas que podem facilitar o desenvolvimento de redes de origem humana, tanto dentro como fora da empresa. Como a maioria das novas tecnologias, estas aplicações de redes sociais ainda estão evoluindo e não são familiares. Muitas empresas ainda não entenderam como podem obter benefícios com estas ferramentas e outras tantas ainda estão tentando medir seu valor.

O Twitter, por exemplo, é um microblog que permite aos usuários enviar e ler as atualizações dos outros usuários, ou “tweets”, baseados em mensagens de texto de até 140 caracteres. É uma ferramenta poderosa de troca de informações e formação de redes que permite inclusive a formação de grupos de usuários, chamados Twibes. Profissionais de IC podem formar twibes dentro de suas empresas para montar uma rede de especialistas internos e externos usando de pequenos textos para trocar informações relevantes sobre o negócio da empresa.

O Linkedin, lançado em 2003 como uma ferramenta de networking para profissionais, tem hoje cerca de 35 milhões de membros e emergiu como o mais popular site de negócios em rede. Possui vários recursos que o tornam muito útil como uma ferramenta para inteligência competitiva, incluindo o perfil, o recurso de busca avançada e os grupos. Em combinação com outras fontes de informação primária e secundária, o LinkedIn pode contribuir para a localização e comunicação com profissionais de empresas que têm os conhecimentos e competências para atender às necessidades da sua empresa de inteligência competitiva.

Os Wikis, que são ambientes de colaboração que permitem aos usuários criar páginas web, editar o trabalho um do outro, e vincular suas páginas para mostrar associações significativas. Ao contrário de outros sites estáticos, wikis permitem que os usuários editem o conteúdo e a aparência do seu conteúdo ao invés de ter um webmaster para gerenciá-lo. Mas como será que podemos usar os wikis para ajudar na inteligência? Analistas de inteligência podem usar wikis para criar e manter colaboração com outros profissionais da empresa para definir os requisitos de inteligência, partes de informações, e testes e hipóteses de análise e, finalmente debater as conclusões. Ou seja, passamos pelo ciclo completo de IC.

Uma questão importante é que estas ferramentas usadas de modo isolado e sem propósito previamente definidos, podem trazer efeito contrário. Defendemos que ambientes de interação web, de simples utilização, tendem a dar certo pelo fato de que os usuários, ou profissionais de uma empresa, passam a ter ferramental para disseminação de suas idéias, conhecimentos e insights de maneira menos controlada. Todavia, atividades relativas à inteligência exigem ao menos um mínimo de organização e processo visando geração contínua de inteligência. É uma boa prática a adoção de softwares de apoio e gestão de processos de inteligência competitiva.

Ainda assim, sabemos que não existe ferramenta que possa substituir completamente a mente humana. As redes sociais, bem como as ferramentas Web 2.0 representam um importante avanço tecnológico no campo da inteligência, pois dão mais produtividade as tarefas dos analistas e maior representatividade as análises, já que são feitas a varias mãos de conhecedores profundos dos assuntos tratados.

Apesar de sopa de letrinhas, as empresas que podem utilizar essas ferramentas para melhorar a gestão da rede de inteligência, adicionando e compartilhando as diferentes percepções sobre os temas de interesse da empresa, irão aumentar muito a produtividade e qualidade das analises. Afinal, a união faz a força e o todo é  mais completo que a parte.

Fonte: Site Baguete

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Novo Orkut vai pedir convites.

29, outubro, 2009 2 comentários

A Google vai retomar o sistema de convites para cadastro no novo Orkut, apresentado nesta quinta-feira, 29.

A intenção é que todos os usuários tenham migrado para a nova rede até metade de 2010.

A nova interface promete facilidade de uso e navegação mais rápida, possibilidade de customizar cores, e, assim como Facebook e Twitter, atualizar amigos com informações curtas.

O que muda
A posição dos ítens na página sofreu modificações, que podem ser observadas na imagem ao final desta notícia.

O “about me” será personalizável de modo a aceitar aplicativos como o Buddy Poke, além de fotos e vídeos. Os testemunhos também aceitarão vídeos.

Sugestões de amigos para adicionar à rede, algo que já vinha sendo testado por alguns usuários, ganhará destaque e apresentará contatos de serviços do Google como Gmail.

Apesar de ser chamado de “o novo Orkut”, não haverá impacto na experiência ou nos dados dos usuários: as informações serão todas mantidas nas páginas, e aqueles com a versão antiga do site poderão se comunicar normalmente com os adeptos do novo modelo.

Viral
Durante a apresentação feita para a imprensa, a Google confirmou que o vídeo de Danilo Miedi, assim como o personagem, foi criado pela área de marketing da empresa.

Miedi foi citado em diversos blogs, sites e no Twitter por lançar a campanha “Danilo, o Primeiro no Novo Orkut” cujos vídeos estiveram em destaque no YouTube durante a última semana.

Fonte: Site Baguete

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Banda larga tem de ser vendida sem telefone.

29, outubro, 2009 2 comentários
A banda larga não pode ser vendida somente mediante exigência de contratação de outro serviço, como uma linha telefônica, por exemplo.

É o que define o Código de Defesa do Consumidor, que proíbe a venda casada, onde a disponibilidade de um produto é atrelada à compra de outro.

Além disso, a Anatel também veda a prestadora de condicionar o fornecimento de ADSL à existência de um telefone fixo associado.

“Muitos consumidores procuram o Procon para perguntar sobre o novo projeto de Banda Larga Popular de São Paulo. “O preço máximo que deve ser cobrado é de R$ 29,80, como estipulou o governo”, afirmou Fátima Lemos, assistente de direção do Procon-SP, em entrevista ao ADNews.

Segundo ela, apesar de dados e voz precisarem do mesmo meio físico para serem transmitidos, os serviços são distintos e devem ser vendidos separadamente. Quem for obrigado a comprar um produto atrelado a outro deve informar à Anatel e ao Procon.

Fátima, contudo, destaca que as empresas podem dar vantagens para incentivar clientes a comprarem pacotes, desde que não obriguem o usuário a comprar qualquer serviço.

Na Telefônica, por exemplo, quem liga para a Central de Atendimento para contratar o Speedy ouve dos atendentes que é necessário assinar uma linha de telefone antes de ter banda larga.
 
A assessoria de imprensa da operadora, porém, afirma que é possível comprar apenas o Speedy. Porém, se junto com a linha telefônica o serviço sai por R$ 49,90, sozinho custa R$ 79,90.

O show deve continuar

29, outubro, 2009 Sem comentários

O atual ambiente de negócios está mais complexo do que nunca. Normas regulatórias do governo e da indústria, desastres naturais e outras ameaças, como pandemias ou terrorismo, fazem com que seja necessário um plano que garanta a continuidade de seus negócios, independente da circunstância.

Um exemplo recente foi a possível pandemia causada pelo vírus Influenza A (H1N1) , também conhecida como gripe suína. No México, a situação chegou a tal ponto que crianças não iam mais às escolas, o comércio estava fechado e os escritórios funcionaram com o mínimo de pessoal possível, causando um dano à economia do país em cerca de 0,5% do PIB, conforme estimativas de mercado.

Para minimizar este efeito negativo, muitas empresas — tanto no México como em outros países afetados pelo vírus — colocaram seus planos de continuidade de negócios em prática, estimulando o trabalho remoto. Isto foi viável graças à evolução tecnológica adotada pelas companhias, que permitiu o acesso a distância a sistemas corporativos, inclusive por meio de celulares e outros dispositivos móveis.

A tecnologia também foi amplamente utilizada para comunicar, alertar, prevenir e informar a sociedade sobre a enfermidade. Para se ter uma ideia, no ápice do alerta do Influenza A, 6% das mensagens das mídias sociais Twitter e Facebook trataram a questão da possível pandemia. Também foi possível acompanhar, pela Internet, o registro de casos confirmados e suspeitos em diversos países.

Como mencionado anteriormente, pandemia é apenas um dos vários tipos de eventos que podem afetar a continuidade dos negócios nas organizações. Outros acontecimentos podem ter um impacto ainda maior e, por isso, ter um plano de contingência é crítico para evitar a diminuição dos negócios e do desempenho do data center, que gera perda de receita, redução da produtividade e insatisfação dos clientes.

Ter um bom plano de contingência pode fazer a diferença para a continuidade e a longevidade de seus negócios. É preciso estar preparado, levando em consideração o quão benéficos serão para os negócios, no caso de um desastre, aspectos como: recuperação rápida e confiável de dados; previsibilidade de disponibilidade; redundância de servidores; ferramentas automatizadas para diagnosticar, solucionar e reparar falhas; manutenção e gerenciamento simplificado.

É claro que desenvolver, implementar e testar um plano de recuperação de desastres e continuidade de negócios exige dedicação, comprometimento, conhecimento e recursos apropriados. Alinhar os objetivos de negócios com potenciais riscos, justificando investimentos e identificando soluções que funcionam para a empresa, podem ser tarefas desafiadoras e que consomem muito tempo. Mas, é preciso estabelecer esta estratégia, afinal, o show deve continuar.

Fonte: Site Baguete

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